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DOENÇAS REUMATOLÓGICAS

Os Doenças Reumáticas englobam um grupo bastante extenso de doenças que acometem não só as articulações, músculos, ligamentos e tendões, como também as doenças em que o sistema imunológico está envolvido e atacam órgãos como cérebro, rins e coração, por exemplo. Portanto é importante caracterizar o tipo de reumatismo a fim de propor o tratamento adequado e efetivo.

Qualquer pessoa, em qualquer idade (crianças, jovens e adultos), pode desenvolver algum tipo de doença reumática, causadas ou agravadas por fatores genéticos, traumatismos, obesidade, sedentarismo, estresse, ansiedade, depressão e alterações climáticas. Esse grupo de doenças não é transmissível, não é contagioso e normalmente é acompanhado de dor. As doenças reumáticas, assim como outras enfermidades crônicas, têm tratamento. Se a doença for descoberta no início e tratada de maneira adequada, o paciente pode levar uma vida normal e sem dores, minimizando o risco de incapacidade física.

Ao perceber dor nas articulações, principalmente por mais de seis semanas, acompanhada de vermelhidão, inchaço, calor ou dificuldade de movimento (especialmente ao acordar pela manhã), procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Há tratamentos com utilização de práticas integrativas e complementares, exercícios, terapia física, entre outros, e tratamento farmacológico, com o uso de medicamentos. Por isso é fundamental a combinação de serviços de saúde da atenção básica com os serviços de outros especialistas da Rede de Atenção à Saúde.

DOENÇAS REUMÁTICAS

O que é Arterite de Takayasu?

É uma inflamação crônica de vasos sanguíneos que afeta a maior artéria do corpo humano, a aorta, e seus ramos primários. Com o tempo, provoca uma diminuição do calibre das artérias afetadas (estenose) e pode provocar seu fechamento (oclusão).

Em 80% a 90% dos casos, atinge pessoas do sexo feminino. Se inicia geralmente entre 10 e 40 anos de idade, mas persiste por vários anos e o diagnóstico pode ocorrer muito tempo depois do seu início.

No início da doença podem ocorrer sintomas gerais e pouco específicos: fadiga, perda de peso e febre. Depois pode surgir dor nas extremidades, pois as artérias não conseguem mais suprir as quantidades de oxigênio.

Artérias grandes
A arterite de Takayasu é uma forma de vasculite - inflamação dos vasos sanguíneos - que danifica as grandes artérias, especialmente a aorta.

A febre reumática

é uma doença auto-imune caracterizada pelo ataque do próprio organismo ao sistema imunológico e que pode ser favorecido pela presença da bactéria. 

O que é Febre Reumática? 

É uma doença inflamatória que pode comprometer as articulações, o coração, o cérebro e a pele de crianças de 5 a 15 anos.

É uma reação a uma infecção de garganta por uma bactéria conhecida como estreptococo. Essa infecção é caracterizada por febre, dor de garganta, caroços no pescoço e vermelhidão intensa, pontos vermelhos ou placas de pus na garganta.

 

Qualquer criança que tem infecção de garganta pode apresentar Febre Reumática?

Não. Somente aquelas com predisposição para apresentar a doença. Inúmeras crianças apresentam frequentes infecções de garganta, porém a predisposição para apresentar a doença é herdada dos pais e já nasce com a criança. 

É possível saber quem tem essa predisposição? 

Ainda não. Têm sido feitas pesquisas, tanto aqui no Brasil como em outros países, e acreditamos que em pouco tempo teremos resultados animadores.

LER é uma doença?  

Não, LER não é doença ou enfermidade. LER é a sigla para “Lesões por Esforços Repetitivos”, um grupo de afecções do sistema musculoesquelético que apresentam manifestações clínicas distintas.

Por que a sigla DORT? 

Significa “Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho”, em substituição à sigla LER, por duas razões. Primeiro, a maioria dos trabalhadores com sintomas no sistema musculoesquelético não apresenta evidência de lesão em qualquer estrutura; a outra razão é que. além do esforço repetitivo, outros tipos de sobrecarga podem ser nocivas como a sobrecarga estática; excesso de força na execução de tarefas; uso de instrumentos com vibração excessiva; trabalhos executados com posturas inadequadas.

Quais são os distúrbios mais comuns? 

Os distúrbios mais frequentes são as tendinites (particularmente do ombro, cotovelo e punho), as lombalgias e as mialgias em diversos locais do corpo.

O trabalhador com dor ou outro sintoma é portador de LER ou DORT? 

Não necessariamente. Sintomas como dor, dormência, formigamento, sensação de pontadas ou agulhadas, diminuição da força, sensação de peso ou cansaço nos membros, inchaço, dificuldade de movimentação, entre outros, podem ser decorrentes de condições não relacionadas ao trabalho.

LER

LER é a sigla para “Lesões por Esforços Repetitivos 

DORT

Significa “Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho”,

O que é lúpus?

Lúpus Eritematoso Sistêmico

Lesões de pele ocorrem em cerca de 80% dos casos, ao longo da evolução da doença..

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva.  São dois tipos principais de lúpus: o cutâneo, que se manifesta apenas com manchas na pele, e o sistêmico, no qual um ou mais órgãos internos são acometidos. Por ser uma doença do sistema imunológico, pode apresentar diferentes sintomas e em vários locais do corpo, como febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo; ou específicos de cada órgão, como dor nas juntas, manchas na pele, inflamação da pleura, hipertensão e/ou problemas nos rins.

Quem tem lúpus?

Pessoas de qualquer idade, raça e sexo, porém acomete mais as mulheres, principalmente entre 20 e 45 anos. É mais frequente em pessoas mestiças e em afrodescendentes. No Brasil, estimativas indicam que há cerca de 65 mil pessoas com lúpus, a maioria mulheres.

O que causa o lúpus?

A causa é desconhecida, mas sabe-se que fatores genéticos, hormonais e ambientais influenciam no seu desenvolvimento. Pessoas com predisposição genética, após uma interação com fatores ambientais, passam a apresentar alterações imunológicas. A principal delas é o desequilíbrio na produção de anticorpos que reagem com proteínas do próprio organismo.

Quais os sintomas da doença?

São diversos e variam em intensidade de acordo com a fase de atividade ou remissão da doença. Manifestações gerais como cansaço, desânimo, febre baixa, emagrecimento e perda de apetite. As manifestações podem ocorrer devido à inflamação na pele, articulações, rins, nervos, cérebro e membranas que recobrem o pulmão e o coração.

Manifestações clínicas mais frequentes:

a) Lesões de pele: ocorrem em cerca de 80% dos casos, ao longo da evolução da doença. As lesões mais características são manchas avermelhadas nas maçãs do rosto e dorso do nariz. Outra manifestação muito característica é a fotossensibilidade.  

b) Articulares: dor, com ou sem inchaço, nas juntas ocorre em mais de 90% das pessoas com LES e envolve principalmente as juntas das mãos, punhos, joelhos e pés.

c) Inflamação das membranas que recobrem o pulmão e coração é relativamente comum, podendo ser leve e assintomática ou com dor no peito.

d) Inflamação nos rins: ocorrem em cerca de 50% das pessoas com LES. No início pode não haver qualquer sintoma, apenas alterações nos exames de sangue e/ou urina. Nas formas mais graves, surge pressão alta, inchaço nas pernas, a urina fica espumosa, podendo haver diminuição da quantidade de urina.

e) Alterações neuropsiquiátricas: são menos frequentes, mas podem causar convulsões, alterações de humor ou comportamento, depressão e alterações dos nervos periféricos e da medula espinhal.

f) Sangue: as alterações nas células do sangue são devido aos anticorpos contra estas células, causando sua destruição. Assim, se os anticorpos forem contra os glóbulos vermelhos (hemácias) vai causar anemia, contra os glóbulos brancos vai causar diminuição de células brancas (leucopenia ou linfopenia) e se forem contra as plaquetas causará diminuição de plaquetas (plaquetopenia).

Como o diagnóstico é feito?

O diagnóstico é feito através do reconhecimento de um ou mais dos sintomas acima. Ao mesmo tempo, eles também são habitualmente utilizados para a definição final do diagnóstico. Exames comuns de sangue e urina são úteis não só para o diagnóstico da doença, mas também para definir se há atividade do LES. Embora não exista um exame que seja exclusivo do LES, a presença do exame chamado FAN (fator ou anticorpo antinuclear) em uma pessoa permite o diagnóstico com muita certeza.

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